sábado, 6 de julho de 2013

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terça-feira, 11 de junho de 2013

Como organizar jóias e bijuterias


guarda joias
Fonte: www.marthastewart.com
Qual mulher não tem o desafio de encontrar suas jóias e bijuterias favoritas no meio de tantos colares, brincos e anéis? E aquele nó que vai se formando com os colares que ficam misturados e faz você perder minutos valiosos tentando desfazê-lo? Com estas dicas práticas, você terá prazer em usar tudo o que possui sem perder tempo procurando brincos pela casa.
- Faça um levantamento bastante crítico de todas as peças: elimine as que fizeram sucesso na década passada, aquelas que nunca usou e os brincos que ficaram sem par. Brechós são ótimos lugares para você vendê-las ou doá-las, procure o mais perto da sua casa.
- Separe as peças que você quer manter mas precisam de reparos e planeje-se para levá-las ao joalheiro. Limpe todas as peças, principalmente aquelas que ficaram escuras com o tempo: as de prata vão parecer novas ficando de molho em água fervente com pedacinhos de sabão de coco. Espere até elas clarearem e passe um pano para secá-las.
- Agora é a parte principal: como guardá-las? Avalie onde você quer guardar suas peças, pois para cada espaço existe um determinado recurso. Veja a seguir:
guarda joias 1 150x150
Fonte: www.theclosetbee.com
- Se você tem uma cômoda e quer deixá-las todas à vista na parte de cima, as caixinhas são o ideal. Existem modelos super charmosos! São diversos porta jóias com compartimentos específicos para os colares, os pares de brincos, as pulseiras e os anéis. Outra opção é guardar cada tipo de peça em um potinho ou caixinha: uma caixinha só para os anéis, outra só para os brincos mais usados, outra para os brincos de festa etc. Cuidado com os modelos que possuem tantos compartimentos que você nem vai se lembrar onde está o que precisa.
- Se suas gavetas têm aquelas bandejas com divisórias forradas com veludo, não tenha dúvida: é o melhor lugar para sua bijuteria ou jóia! Ali elas ficam protegidas da poeira e da umidade, além de ficarem visualmente fáceis de achar.
guarda joias 2
Fonte: www.ohbrooke.com
- Se você preferir guardar tudo dentro do armário, utilize ganchos e caixinhas transparentes, como as de acrílico, para cada peça. Uma opção criativa é utilizar formas de gelo para guardar as peças pequenas, como brincos e anéis.
- Seja qual for o local, o importante é pendurar os colares para que eles não fiquem embaralhados formando nós. Bustos e árvores decorativas com ganchos são fáceis de encontrar nas lojas e ainda podem combinar com o estilo da decoração do seu quarto. Para quem não tem muito espaço, pendurá-los em diversos ganchos na parte de dentro da porta do armário é a solução.
- Você escolhe o critério de organização que preferir: as peças usadas no dia-a-dia podem ficar mais acessíveis do que as usadas para noite e festas, ou também podem ser organizadas por cores ou por estilo.
- As jóias valiosas devem ficar guardadas em um cofre na sua casa ou em um banco, de preferência com seguro em caso de perda ou roubo. Mantenha-as em suas caixas originais: elas impedem que a peça se arranhe com outras e a mantém nova por mais tempo. Cole uma etiqueta descrevendo a peça do lado de fora das caixas para não precisar abrir tudo quando estiver procurando aquele colar especial para uma festa.
- Vale a pena comprar um bom estojo de jóias para viagens, com compartimentos para as peças. Assim, você não corre o risco de perdê-las no quarto de hotel e ainda as protege do clima e da poeira.
- Para não precisar chorar de desespero quando os pequenos brincos ou anéis caírem na pia e descerem pelo ralo, compre um protetor de ralos, que deixa somente a água passar. Você vai se agradecer para sempre!
- Para manter a nova organização, dê uma olhada criteriosa periodicamente. Aquilo que você não ama mais pode ser um excelente presente.
Com essas dicas, suas bijuterias e jóias vão brilhar ainda mais!
Fonte: Espaço Mulher

sexta-feira, 31 de maio de 2013

A revolução empreendedora das mulheres, dos jovens e dos moradores da periferia

Impulsionados pela tecnologia da informação, jovens, mulheres e moradores da periferia das grandes cidades prometem revolucionar o cenário do empreendedorismo no Brasil. A cada dia, surgem no país novos negócios capitaneados por empreendedores com esses perfis, que encontram no mundo digital um terreno fértil para o cultivo de ideias, serviços e produtos inovadores. 

Muitos desses negócios foram apresentados como casos de sucesso durante o 4º Congresso Pernambucano de Empreendedorismo - Jovens e Empreendedores, que ocorreu no último final de semana no Centro de Convenções de Pernambuco, em Recife. São empreendimentos que, na maior parte das vezes, nascem da experiência de vida dos próprios empreendedores. 

Foi depois de um intercâmbio em Londres, na Inglaterra, que o jovem pernambucano Pedro Arcuri resolveu montar uma agência para ajudar outros jovens a estudar no exterior. Surgiu então a Walk Abroad Intercâmbio, empresa que trabalha hoje com mais de 40 escolas de idiomas nos continentes europeu, americano e asiático. 

Outros procuram aumentar o leque de experiências pessoais com os novos negócios. Com apenas 24 anos, Rafael Sena está envolvido na administração de quatro empresas da família, nas áreas de engenharia e logística. Mas o jovem acaba de criar o projeto A Faca e O Queijo na Mão, que lança mão das redes sociais para ajudar a resolver problemas nas áreas de educação, saúde e cidadania. "O que me move não é o dinheiro, mas o bem-estar das pessoas, pois eu só me sinto bem quando vejo que todos ao meu redor também estão bem", diz Sena, que planeja transformar o projeto em organização não-governamental. 

Mulheres empreendedoras
As oportunidades e os desafios para as mulheres que decidem empreender também foram discutidos no congresso, numa mesa que teve a participação de Ângela Hirata, executiva que comandou a internacionalização da marca Havaianas, Edna Claudino, diretora da Saga Consultoria, Sandra Boccia, diretora de redação de Pequenas Empresas & Grandes Negócios, e Regina Diniz, jovem empreendedora e promotora do Empreenda Mulher Nordeste, evento para discutir as experiências de empreendedorismo comandados por mulheres na região. 

Entre os principais desafios apontados pelas palestrantes estão as barreiras que as mulheres ainda enfrentam para assumir cargos de comando na maioria dos empreendimentos. "Elas estão em ascensão, mas ainda há poucas mulheres no campo executivo e na direção", disse Ângela Hirata. "Acho que temos de repensar como estamos no mercado e pensar em empreender em novas ações, para ocupar mais espaço", afirmou Edna Claudino. 

O espírito multiempreendedor das mulheres foi uma das vantagens competitivas apontada durante a discussão. "A mulher precisa gerir muitos tipos de empreendimentos ao mesmo tempo. Isso acaba fazendo com que ela tenha de galgar um espaço muito maior no mercado", disse Regina Diniz. "O que falta é a mulher enxergar que tem esse potencial e perder o medo de empreender." 

Já Sandra Boccia apontou alguns cuidados que devem ser tomados ao transformar boas ideias em um negócio rentável. A combinação de conceitos, a busca pela colaboração, ter uma causa e passar da teoria à prática foram pontos citados como ações positivas. Por outro lado, segundo a jornalista, alguns venenos podem aparecer no caminho: pressão, medo e excesso de informação. Neste último ponto, a palestrante frisou a necessidade de reconhecer o que não se sabe sobre um assunto e se afastar do ideal da internet e das mídias sociais, que dão a impressão de que tudo está acessível a partir de uma busca. 

Empreendedorismo na periferia
A ascensão da classe C tem estimulado o empreendedorismo no interior do país e também na periferia das grandes cidades. "A próxima revolução do empreendedorismo vai se dar na periferia", aposta Eduardo Lyra, jornalista, fundador do projeto Gerando Facões e participante do Global Shapers, desdobramento do Fórum Econômico Mundial que seleciona jovens líderes excepcionais, com menos de 30 anos, que têm potencial para mudar o mundo. 

O próprio Eduardo é um exemplo da força empreendedora da periferia brasileira. Ele nasceu e foi criado num favela em Guarulhos, em São Paulo. Entrou na faculdade de jornalismo, lançou um livro com a história inspiradora de jovens empreendedores como trabalho de conclusão de curso e, ainda na faculdade, foi considerado repórter revelação pelo Instituto Itaú Cultural. 

O projeto Gerando Falcões, com atuação nas escolas públicas do país, tem provado ao jovem pobre que todos, independentemente de condição social e do histórico familiar, podem ser falcões e alçar voos mais altos. "O jovem da periferia tem de saber que ele pode ser preto, pobre e favelado e ainda assim mudar o mundo", disse. "Ninguém diz isso pra gente", concluiu, arrancando aplausos da plateia.

Fonte:globo.com